ARTROSE: Ou você tem ou você TERÁ! Entenda as dúvidas mais frequentes!

Bem-vindo(a)! O objetivo deste artigo é esclarecer as dúvidas mais comuns que surgem em meu consultório sobre a artrose, uma condição que afeta muitas pessoas e levanta diversas questões. Quero convidá-lo(a) a mergulhar neste conteúdo, pois ele foi elaborado especialmente para você, que busca entender melhor sobre essa condição e como ela pode ser gerenciada. À medida que você avança na leitura, encontrará informações valiosas que podem melhorar sua qualidade de vida. E se, ao final, restarem dúvidas, não hesite em deixar um comentário; terei o maior prazer em responder.

Além disso, convido você a seguir meu Instagram @drmatheusdebarros, onde compartilho diariamente dicas práticas de saúde e qualidade de vida. Não perca a oportunidade de estar sempre bem informado(a)! Faça uma ótima leitura e aproveite cada dica e orientação. Vamos juntos nessa jornada para uma vida mais saudável e ativa!

O que é a artrose?

A artrose, ou osteoartrite, é uma doença degenerativa que afeta as articulações do nosso corpo. Dentro das articulações nós possuímos um revestimento interno, a cartilagem, que funciona como uma almofada protetora entre os ossos. Durante o processo degenerativo, essa “almofada” se desgasta e com isso contribui para o atrito direto entre os ossos, causando dor, rigidez e limitação de movimento. Os locais mais acometidos são joelhos, quadris, mãos e coluna, mas outras articulações também podem sofrer deste problema. Embora seja mais comum em pessoas mais velhas, devido ao desgaste natural das articulações, a artrose pode ocorrer também em jovens, especialmente após traumas, sobrecarga ou devido a predisposição genética.

Trabalhando com uma equipe multidisciplinar, que inclui fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais, o fisiatra oferece um cuidado integrado. Ele educa pacientes e cuidadores sobre medidas preventivas para evitar complicações e desenvolve programas de manutenção para garantir os ganhos funcionais. Além de tratar, o fisiatra auxilia na reintegração social e vocacional dos pacientes, orientando sobre adaptações no ambiente de trabalho e atividades diárias. Muitos fisiatras também estão envolvidos em pesquisas para desenvolver novas abordagens de tratamento e educam outros profissionais de saúde. Em resumo, o fisiatra é essencial para restaurar a função física e melhorar a qualidade de vida dos pacientes após doenças ou lesões.

O que leva a pessoa a ter artrose?

A artrose pode ser causada por diversos fatores internos e externos. A idade é um elemento significativo, pois o desgaste natural das articulações ao longo do tempo facilita o desenvolvimento dessa condição. A predisposição genética também é importante, especialmente se houver histórico familiar de doenças articulares. Problemas de postura e desalinhamento articular, como pernas de comprimento desigual, podem causar desgaste desigual nas articulações.

Dentre os fatores externos, lesões como fraturas ou luxações são fatores de risco, assim como a prática de exercícios físicos de alto impacto sem o preparo adequado, que sobrecarregam as articulações. Por outro lado, a falta de atividade física regular pode enfraquecer os músculos que suportam as articulações, aumentando o risco de desgaste. A obesidade é um fator relevante, pois o excesso de peso aumenta a pressão sobre articulações, especialmente nos joelhos e quadris. Além disso, condições como artrite reumatoide, uma doença autoimune, e problemas metabólicos, como a gota, que resulta no acúmulo de cristais de ácido úrico nas articulações, podem predispor ao desenvolvimento de artrose. Hábitos como tabagismo e consumo excessivo de álcool também podem afetar negativamente a saúde das articulações. Portanto, adotar um estilo de vida equilibrado é essencial para proteger as articulações e prevenir a artrose.

Trabalhando com uma equipe multidisciplinar, que inclui fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais, o fisiatra oferece um cuidado integrado. Ele educa pacientes e cuidadores sobre medidas preventivas para evitar complicações e desenvolve programas de manutenção para garantir os ganhos funcionais. Além de tratar, o fisiatra auxilia na reintegração social e vocacional dos pacientes, orientando sobre adaptações no ambiente de trabalho e atividades diárias. Muitos fisiatras também estão envolvidos em pesquisas para desenvolver novas abordagens de tratamento e educam outros profissionais de saúde. Em resumo, o fisiatra é essencial para restaurar a função física e melhorar a qualidade de vida dos pacientes após doenças ou lesões.

Com qual idade começa a artrose?

A artrose é mais comum em pessoas acima dos 50 anos, já que o desgaste natural das articulações se acumula com o tempo. No entanto, a idade de início pode variar. Alguns indivíduos podem começar a apresentar sintomas mais cedo, por volta dos 40 anos, especialmente se tiverem fatores de risco como lesões articulares, predisposição genética ou obesidade. Em casos raros, a artrose pode se desenvolver em jovens, particularmente após lesões graves ou em esportistas que praticam atividades de alto impacto. A artrose precoce também pode estar associada a doenças autoimunes como artrite reumatoide, que acelera o desgaste das articulações. É importante estar atento aos sinais de dor e rigidez nas articulações e buscar orientação médica, independentemente da idade, para um diagnóstico precoce e tratamento adequado.

Trabalhando com uma equipe multidisciplinar, que inclui fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais, o fisiatra oferece um cuidado integrado. Ele educa pacientes e cuidadores sobre medidas preventivas para evitar complicações e desenvolve programas de manutenção para garantir os ganhos funcionais. Além de tratar, o fisiatra auxilia na reintegração social e vocacional dos pacientes, orientando sobre adaptações no ambiente de trabalho e atividades diárias. Muitos fisiatras também estão envolvidos em pesquisas para desenvolver novas abordagens de tratamento e educam outros profissionais de saúde. Em resumo, o fisiatra é essencial para restaurar a função física e melhorar a qualidade de vida dos pacientes após doenças ou lesões.

Qual os sintomas mais comuns em quem tem artrose?

Os sintomas mais comuns da artrose incluem dor nas articulações afetadas, que geralmente piora com o movimento e melhora com o repouso. A rigidez articular é outro sintoma frequente, especialmente após períodos de inatividade, como ao acordar pela manhã ou após longos períodos sentados. A perda de flexibilidade e a sensação de “travamento” das articulações também são comuns. Além disso, algumas pessoas podem sentir estalos ou crepitações ao mover as articulações, devido ao desgaste da cartilagem. Em casos mais avançados, é possível observar inchaço e uma sensação de calor nas articulações, causados por inflamação. Esses sintomas podem variar de leves a graves e tendem a se agravar com o tempo se não forem tratados. É importante buscar atendimento médico ao perceber esses sinais para uma avaliação e manejo adequado, melhorando assim a qualidade de vida e evitando complicações futuras.

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Qual a diferença entre artrose e artrite?

A artrose e a artrite são condições que afetam as articulações, mas têm causas e características diferentes. A artrose, ou osteoartrite, é uma doença degenerativa que resulta do desgaste da cartilagem que reveste as extremidades dos ossos. Esse desgaste ocorre gradualmente, levando à dor, rigidez e limitação de movimento. É mais comum em pessoas idosas e está relacionada ao envelhecimento, lesões ou sobrecarga das articulações.

A artrite, por outro lado, é um termo genérico para inflamação nas articulações e pode ter várias causas. A artrite reumatoide, por exemplo, é uma doença autoimune em que o sistema imunológico ataca as articulações, causando inflamação, dor e danos articulares. Outra forma é a artrite psoriásica, que está associada à psoríase. Enquanto a artrose é principalmente mecânica e degenerativa, a artrite é inflamatória e pode afetar pessoas de todas as idades. Ambas as condições podem ser debilitantes, mas têm tratamentos e abordagens de manejo diferentes, por isso é essencial obter um diagnóstico preciso de um profissional de saúde.

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Qual o exame para saber se tenho artrose?

Para diagnosticar a artrose, o primeiro passo é uma avaliação clínica detalhada, onde o médico examina as articulações, avalia os sintomas e revisa o histórico médico do paciente. Um dos exames mais comuns para confirmar o diagnóstico é a radiografia (raio-X), que pode revelar o estreitamento do espaço articular, a presença de esporões ósseos (osteófitos) e outras alterações típicas da artrose. Em casos onde a radiografia não é conclusiva ou para avaliar o grau de inflamação, pode-se utilizar a ressonância magnética (RM), que oferece uma visão mais detalhada da cartilagem, dos tecidos moles e dos ossos. A ultrassonografia também pode ser útil para avaliar a inflamação e alterações nos tecidos moles que ficam no entorno da articulação e ajudar no diagnóstico diferencial. Exames de sangue também podem ser solicitados para excluir outras condições, como artrite reumatoide. Um diagnóstico precoce é essencial para iniciar o tratamento adequado e melhorar a qualidade de vida do paciente, então é importante procurar um especialista se houver suspeita de artrose.

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Como saber o grau da minha artrose?

Para determinar o grau da artrose, o médico utiliza principalmente a radiografia (raio-X), que classifica a artrose em cinco estágios de acordo com a gravidade das alterações articulares, conforme o sistema de Kellgren-Lawrence:

Estágio 0: Sem evidência de artrose. Não há sinais radiográficos de alterações nas articulações.

Estágio 1: Mudanças mínimas. Pequenos esporões ósseos e leve estreitamento do espaço articular, com alterações sutis que geralmente não causam sintomas significativos.

Estágio 2: Mudanças leves. Estreitamento do espaço articular e formação de osteófitos pequenos e discretos. Os sintomas podem estar presentes, mas são relativamente leves.

Estágio 3: Mudanças moderadas. Estreitamento mais evidente do espaço articular, osteófitos proeminentes e alterações ósseas, como cistos subcondrais. Os sintomas são mais pronunciados e podem afetar a função articular.

Estágio 4: Mudanças graves. Significativo estreitamento do espaço articular, grandes osteófitos e consideráveis alterações ósseas, como erosões e deformidades. A cartilagem pode estar severamente danificada, resultando em dor intensa e limitação funcional significativa.

Além da radiografia, a ressonância magnética (RM) pode fornecer uma visão mais detalhada do grau de comprometimento da cartilagem e dos tecidos moles. A avaliação clínica do médico, que inclui o histórico de sintomas e a limitação funcional, também é crucial para compreender a gravidade da artrose e orientar o tratamento adequado.

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Qual o melhor tratamento para a artrose?

O tratamento da artrose pode ser otimizado com uma abordagem abrangente e multimodal que inclui desde o uso de suplementos alimentares, como por exemplo a cúrcuma, conhecida por suas propriedades anti-inflamatórias até o uso de medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos. Contudo, uma das intervenções mais eficazes e avançadas é a infiltração com ácido hialurônico, também conhecida como viscossuplementação. Este procedimento consiste na aplicação de ácido hialurônico diretamente na articulação afetada, proporcionando uma lubrificação que alivia a dor, melhora a mobilidade e protege a cartilagem articular. A viscossuplementação é uma excelente opção para quem busca alívio de longo prazo e deseja retardar a progressão da artrose sem recorrer a medicamentos sistêmicos.

Paralelamente, o processo de reabilitação é fundamental para o sucesso do tratamento. O planejamento correto dos exercícios físicos, a serem realizados, é essencial para garantir que segurança e eficácia, prevenindo lesões e maximizando os benefícios. Como médico fisiatra e professor de educação física, eu personalizo o plano de reabilitação para cada paciente, focando na ativação e fortalecimento muscular, melhora da flexibilidade e retorno às atividades diárias com segurança.

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Quem tem artrose pode fazer musculação?

Sim, quem tem artrose pode fazer musculação, e isso pode ser altamente benéfico quando realizado de forma correta. A musculação ajuda a fortalecer os músculos ao redor das articulações, o que pode reduzir a dor e melhorar a função articular. É importante adaptar os exercícios para evitar sobrecarregar as articulações afetadas, priorizando movimentos de baixo impacto e controle adequado da carga. O uso de máquinas de resistência ou pesos leves pode proporcionar suporte adicional e segurança. Além disso, o aquecimento antes do treino e a progressão gradual são fundamentais para minimizar o risco de lesões. Um planejamento cuidadoso dos exercícios garante que eles sejam eficazes e seguros, promovendo não apenas o alívio dos sintomas, mas também uma melhora geral na qualidade de vida.

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Quem tem artrose tem direito a aposentadoria?

A artrose, por si só, não garante o direito automático à aposentadoria por invalidez. Para que uma pessoa com artrose possa obter esse benefício, é necessário comprovar que a condição causa incapacidade permanente para o trabalho, mesmo após tentativas de tratamento e reabilitação. A avaliação é feita por um perito médico do INSS, que analisa o grau de limitação funcional e a impossibilidade de reabilitação para outra função compatível com a condição física do segurado.

Além disso, é importante ressaltar que o segurado deve ter contribuído com a Previdência Social por um período mínimo, conhecido como carência, que geralmente é de 12 meses para obter direito ao benefício. Em casos de artrose avançada, onde a mobilidade e a capacidade funcional estão significativamente comprometidas, o segurado pode solicitar auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez. Documentação médica detalhada, como laudos e exames que comprovem a gravidade da condição, é crucial para o processo de concessão desses benefícios.

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Foto de Dr. Matheus de Barros

Dr. Matheus de Barros

Médico Fisiatra

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